Serviços de veterinária em campanha de colheita de amostras para pesquisa de doenças

Trata-se de doenças como a Peripneumonia contagiosa bovina, vulgo PPCB, a Babesiose, Anaplasmose, Brucelose, Tripanossomose, Parasitas internos e externos que serão enviadas para o laboratório para o seu processamento e análise

O Ministério da Agricultura e Florestas, através do Instituto dos Serviços Veterinária, informou, recentemente, que, encontra-se a decorrer a campanha de colheita de amostras de sangue/soro, fezes, esfregaço e raspados cutâneos, para pesquisa de doenças. Trata-se de doenças como a Peripneumonia contagiosa bovina, vulgo PPCB, a Babesiose, Anaplasmose, Brucelose, Tripanossomose, Parasitas internos e externos que afectam alguns animais. Esta é uma acção de vigilância activa de doenças animais que começou no passado dia 14 de Fevereiro no município de Ambaca, província do Cuanza-Norte.

Em entrevista exclusiva a OPAÍS, o director-geral adjunto para a Trata-se de doenças como a Peripneumonia contagiosa bovina, vulgo PPCB, a Babesiose, Anaplasmose, Brucelose, Tripanossomose, Parasitas internos e externos que serão enviadas para o laboratório para o seu processamento e análise Serviços de veterinária em campanha de colheita de amostras para pesquisa de doenças área técnica do Instituto do Serviço de Veterinária (ISV), Henrique Gimi e Coordenador da Campanha, disse que desde o início até a data presente já foram recolhidas mais de 300 amostras de cada estudo, ou seja, triplicado o número de amostras recolhidas.

Entretanto, essas amostras foram recolhidas em 10 Fazendas localizadas na província do Cuanza- Norte. As mesmas serão enviadas para o laboratório para o seu processamento e análise. O coordenador da campanha, fez saber que o objectivo principal é criar sustentabilidade aos produtores para que possam produzir em condições de segurança. E que conheçam as patologias da área em que produzem o gado e no seu programa anualmente tentar incluir a profilaxia sanitária desses animais em função das doenças que existem. “O que nós queremos é fazer com que haja uma medicina preventiva e não curativa, porque a curativa envolve gastos e custos, movimentação de meios, mas se nós prevenirmos estamos a aliviar o trabalho do produtor e, consequentemente, a melhorar as suas condições”, disse.

Campanha que faz parte de um subprograma aprovado em 2017

De acordo com Henrique Gimi, essa campanha faz parte de um subprograma que foi aprovado em 2017, que é de Prevenção, Controlo e Erradicação de doenças. Um trabalho que visa a preparação de condições para a erradicação de algumas patologias que afectam o gado. A mesma visa aferir o estado sanitário das mandas na região do Planalto de Camabatela e enquadra- se igualmente no Programa de Fomento do Bovinos de Corte e Leite do referido Instituto. “Aos serviços veterinários lhe é dada a responsabilidade de contribuir para proliferação das políticas agrárias no domínio da produção pecuária, saúde pública e sanidade animal, assim como, também, o trânsito e comércio de animais e todos os produtos de origem animal. Essa responsabilidade nos é dada através da Lei N.º 4 que foi aprovada a 13 de Agosto em decreto”, disse.

A actividade de rotina se baseia nas áreas onde predominam doentes graves

Segundo Henrique Gime, trata-se de uma actividade de rotina dos Serviços Veterinários que se baseia fundamentalmente no rastreio das áreas onde se predominam doentes graves, no sentido de saberem o que existem nessas áreas, quais os principais problemas que afligem os produtores e as principais patologias que afectam o gado. Esta é uma acção de vigilância activa de doenças animais que começou no passado dia 14 de Fevereiro no município de Ambaca, província do Cuanza-Norte e agora está em direcção a Malanje, onde irão iniciar o mesmo trabalho e depois seguir para a provincia do Uíge. Fez saber que estão também a fazer a recolha de carraças, uma vez que elas são responsáveis de muitas doenças. Essas patologias podem ser erradicadas se o país tiver um bom potencial na agropecuária.

Apelou que haja uma solidariedade institucional mais forte, devida às inúmeras preocupações. “Se no quadro do progresso, sem que de facto seja esse trabalho de controlo de doenças ao longo do país, dificilmente nós poderemos cumprir as metas que nos propusemos, que é a diminuição das importações e aumentar a produção nacional. A região do Planalto de Camabatela será beneficiada com o repovoamento de animais provenientes da República do Chade. Esta campanha inclui igualmente as províncias que fazem fronteira com o Planalto de Camabatela, nomeadamente Uíge e Malange.

 

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