Editorial: Covid-19 e as igrejas

A líder da Igreja Teosófi ca Espírita, Profetisa Suzete João, apelou, na Segunda-feira, às estruturas competentes do Estado para difundirem, o mais rápido possível, as informações em línguas nacionais sobre as medidas de prevenção do Covid-19, de modo a esclarecerem um maior número de cidadãos no país.

Conselho ajustado, de facto. Mas pode-se fazer mais. Pode-se encerrar as igrejas por algum tempo, isto não mata a fé de ninguém. E, já agora, pode-se também pedir às pessoas para não comprarem álcool gel “sacramentado” por pastor algum, isto convida à ida às igrejas, convida as pessoas a amontoaremse julgando-se protegidas. E as autoridades que prendam quem fizer propaganda de tal produto ou quem o vender.

As igrejas têm aqui uma boa oportunidade de mostrar que se importam com as vidas dos seus fi éis. Já que já se sabe que milagres não farão mesmo, os pastores que ao menos previnam o alastramento da epidemia. O exemplo ca Coreia do Sul é mais do que sufi ciente.

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