SIC investe na reestruturação e modernismo

A garantia é do director-geral do Serviço de Investigação Criminal, Arnaldo Carlos, dada durante a abertura do 6° Conselho Consultivo do Serviço de Investigação Criminal (SIC), que começou ontem, em Luanda

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) realiza, desde ontem, em Luanda, no salão nobre do edifício sede do Ministério do Interior, o seu 6º Conselho Consultivo Alargado, sob o lema: “por um SIC mais forte, reforcemos a ética, disciplina e o profissionalismo”. Durante a sua intervenção, o director do SIC, Arnaldo Carlos, disse que a natureza das missões incumbidas a esta instituição exigem do seu efectivo uma adequada e permanente preparação para melhor responder aos novos cenários e desafios de segurança.

Salientou que o actual contexto de desenvolvimento mundial, para além de proporcionar aspectos positivos no domínio das ciências e das tecnologias fez emergir novos parâmetros de riscos e factores desencadeadores da criminalidade que afectam muitos países, incluindo Angola. “Essa situação tem contribuído para a ocorrência de crimes praticados com violência, principalmente a nível dos bairros periféricos das grandes cidades, o que tem influenciado negativamente no sentimento de segurança das populações”, reconheceu.

O responsável disse ainda que tudo isso impõe a que o SIC, enquanto “corte” superior da Polícia criminal e judicial, esteja especialmente preparado científica e tecnologicamente, dotado de uma estrutura orgânica que lhe permita realizar, com elevado grau de eficácia, a sua função preventiva e repreensiva da criminalidade, da investigação criminal e da coadjuvação das autoridades judiciárias. Para ele, essa situação exige também da comunidade e do serviço de investigação criminal maior empenho na criação de um ambiente que favoreça a denúncia e a responsabilização criminal dos autores desses actos, visando garantir a paz e o sucesso imprescindível para o desenvolvimento económico e social do nosso país.

“O SIC está seriamente empenhado na sua reestruturação e preparação permanente no sentido de melhor corresponder aos anseios e exigências de segurança das populações, sendo, por isso, importante que se proceda à análise dos níveis de personalidade e eficácia da sua acção, de tempos em tempos”, garantiu.

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