Carta do leitor: Medidas apertadas

Director do OPAÍS, obrigado pela oportunidade… Depois da longa metragem que se registou nesta Quarta-feira no Aerporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, as medidas de prevenção e de combate à COVID-19 foram mais apertadas pelo Executivo de João Lourenço. Esta medida estende-se ao encerramento do espaço aéreo angolano, fronteiras marítimas e terrestres, segundo o Decreto Presidencial provisório, por 15 dias.

Ainda assim, tenho receios, pois os altos dirigentes do país já mostraram que não são sérios. Basta lembrar que no Aeroporto fi zeram sair várias pessoas provenientes de Portugal, um dos países mais infectados pela pandemia, pela porta pequena. E como resposta, o Ministério da Saúde obrigou que todos fossem para casa fi car de quarentena.

Ninguém foi punido e isto mostra quão leve é a consciência dos dirigentes angolanos neste aspecto. Espero que esta medida seja cumprida à risca e o dirigente que a violar deve ser sancionado em todos os aspectos. Já basta o desrespeito às instruções da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relação à forma como se deve prevenir.

Por isso, a medida surge em boa altura, mas, até não consigo entender a consciência dos supostos familiares de dirigentes que queriam “fugir” à quarentena. Cabeça “oca” afi nal é assim? Fazem falar mal… Sanjito I.

Manuel Cidade do Huambo

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