Editorial: O vírus entrou, e agora?

E agora há que continuar a viver, a fazer por prolongar a vida de todos, ou seja, por atrasar ao máximo a disseminação do vírus. Cura, para já, não existe, efi caz, apesar de sinais de esperança sobre algumas soluções, que mesmo assim não são nossas.

Agora há que olhar para os médicos e enfermeiros e esperar deles instruções, que devem ser rigorosamente seguidas. E agora há que viver com calma, sem pânico. Há que fazer com que os serviços não colapsem, nem a economia, basta que os das áreas não essenciais se mantenham em casa e que aqueles que tiverem de trabalhar para o bem de todos o façam com a máxima efi ciência.

Mas, sobretudo, é preciso amar, e isso passa pelo isolamento individual, até que passe o monstro.

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