“Trabalhei no libolo sem remuneração”

durante dois anos, o presidente cessante do recreativo do libolo, leonel Casemiro, reconheceu que não foi fácil dirigir a equipa de Calulo

O presidente cessante do Recreativo do Libolo do Cuanza-Sul, Leonel Casimiro, disse, numa entrevista concedida ao site do clube, que assumiu, em 2018, a direcção do clube numa situação bastante difícil. Leonel Casemiro classificou aquele ano como uma segunda refundação do clube, porque as condições eram totalmente opostas às da primeira face às circunstâncias que o país atravessava.

“Aceitei o desafio sem ser remunerado, porque essencialmente o que ganho com a minha vida profissional permite-me ter uma vida condigna”, revelou Leonel Casemiro, explicando que o seu objectivo foi não criar um outro “gigante com pés de barro”, mas condições de futuro e sustentabilidade num clube altamente dependente do seu patrono.

Por outro lado, o então presidente reconheceu que não é fácil financiar uma instituição da dimensão do Libolo, porque dispendiosa e sem qualquer tipo de retorno financeiro. Para terminar, Leonel Casemiro agradeceu o apoio dos funcionários do clube, sem distinção, pela demonstração de profissionalismo e amor à camisola. “Vocês tiveram e continuam a ter momentos complicados, mas nunca abandonaram o emblema. Esse vosso empenho deve ser reconhecido”, frisou.

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