Pandemia, pastores e milagres que não vêm

Estado permitiu a proliferação de igrejas, o Estado perdeu a autoridade de impor a lei e proteger os fiéis enganados ignorou, protegendo com o seu silêncio e omissão, a instalação, a proliferação e a prosperidade dos negócios multinacionais da fé com a venda de supostos milagres que empobreceram muita gente, não se sabe em nome de quê.

O que se sabe é que a fé se tornou num negócio tão grande que agora tem milhares e milhares de operadores,  pastores parasitas que precisam de ovelhas para viver. Vivem exclusivamente deste tipo de extorsão, exploração das fragilidades humanas.  Resultado: estes pastores estão na linha da frente da resistência às medidas do estado de emergência. Por um lado porque precisam de dinheiro e, por outro, porque a pandemia do novo Coronavírus veio destapar-lhes, ante os mais esclarecidos, apesar de tudo, a grande mentira dos seus milagres. O Estado que aproveite a pandemia para fazer a limpeza que se impõe também.

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