Covid-19 afecta classificação da dívida soberana de angola e do sector bancário

O aviso é da Moody’s (agência financeira internacional) a advertir que, possivelmente, baixará, no futuro, o rating da divida soberana angolana o que pode estender-se ao sector bancário angolano

O Banco Económico, apesar disso, “encara o actual momento com serenidade e resiliência, tendo adoptado as necessárias medidas de contingência para continuar a desenvolver a sua actividade, dando cumprimento às determinações do regulador (BNA). A 31 de Março, a Moody’s colocou a dívida soberana de Angola na sua classificação de “B3-emissor local de longo prazo e avaliação sénior sem garantia” revisão para uma possível avaliação. A Moodys estendeu esta medida de forma transversal ao sector bancário angolano e colocou também o “avaliação de longo prazo divisas é um dos factores.

Outro factor é o rápido alastramento da pandemia Covid- 19 e o seu imprevisível efeito sobre a actividade económica mundial, nomeadamente, em termos do impacto das condições de crédito e de liquidez, que também se podem traduzir no previsível acréscimo do endividamento e pressão sobre a balança de pagamentos. Aos dois primeiros, acrescese a difícil visibilidade sobre o timing e o ritmo da recuperação da economia mundial no período pós Covid-19 e do preço do petróleo, numa conjuntura de forte redução da procura e de queda geral dos preços das matérias-primas. em moeda local” do Banco Económico sob revisão para um possível rebaixamento. “O Banco está integralmente focado em encontrar as melhores soluções para as necessidades dos seus clientes e para o apoio às empresas e às famílias angolanas”, afirma a administração. Angola atravessa um momento económico adverso e sem precedentes, justificado por factores múltiplos.

A queda acentuada do preço do petróleo nas últimas semanas (mais de 70% desde o início do ano) com impacto directo na principal fonte de receitas do país, colocando uma pressão acrescida sobre as suas finanças públicas e posição líquida externa, em divisas é um dos factores. Outro factor é o rápido alastramento da pandemia Covid- 19 e o seu imprevisível efeito sobre a actividade económica mundial, nomeadamente, em termos do impacto das condições de crédito e de liquidez, que também se podem traduzir no previsível acréscimo do endividamento e pressão sobre a balança de pagamentos. Aos dois primeiros, acrescese a difícil visibilidade sobre o timing e o ritmo da recuperação da economia mundial no período pós Covid-19 e do preço do petróleo, numa conjuntura de forte redução da procura e de queda geral dos preços das matérias-primas.

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