MPLA considera 4 de Abril um marco para convivência pacífica

O partido convidou todas as forças vivas da sociedade a participarem de forma empenhada e patriótica no processo de “consolidação da Paz e da Democracia”, bem como na “preservação da Unidade e da Harmonização Nacional”

O Bureau Político do MPLA considerou, ontem, o “4 de Abril” como sendo um fundamental para a instauração do espírito de convivência pacífica e de tolerância entre todos os filhos de Angola e o seu desenvolvimento político, social e económico. Monumento que expresa a Paz e a Reconciliação Nacional Numa declaração alusiva ao “Dia da Paz e da Reconciliação Nacional”, assinalado ontem pela décima oitava vez, desde 2002, aquele órgão do MPLA exortou os cidadãos angolanos a celebrarem a data de modo comedido, com espírito de unidade e solidariedade. De igual modo, convidou todas as forças vivas da sociedade a participarem de forma empenhada e patriótica no “processo de consolidação da Paz e da Democracia”, bem como na “preservação da Unidade e da Harmonização Nacional”.

Aquela estrutura do MPLA, aproveita ainda a ocasião para “homenagear a todos os compatriotas que sacrificaram as suas vidas em prol da Liberdade e da Paz”, manifestando o seu total “compromisso de reforçar as bases da Democracia, da Unidade Nacional e do Progresso, sempre na perspectiva da concretização dos mais nobres interesses da Nação Angolana”. Por outro lado, a declaração, citada pela Angop, refere que o º aniversário da assinatura dos “Acordos de Paz e da Reconciliação Nacional” decorre sob um clima de recolhimento social, derivado do estado de emergência declarado no sentido de cortar a cadeia de transmissão da pandemia do novo Coronavírus (Covid- 19), salvaguardar a vida e a segurança das pessoas e limitar as graves consequências que lhe são associadas.

Expressa profundo pesar e apresenta às famílias enlutadas das duas vítimas mortais do Covid-19 registadas em Angola, bem como a do padre angolano falecido em França, o seu abraço de solidariedade e as mais sentidas condolências, assim como reitera o apelo para o estrito cumprimento das medidas excepcionais de resposta à pandemia viral, endereçando uma palavra de conforto e coragem para todos os angolanos infectados pelo Covid-19 e internados em vários países.

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