Empresas do sector produtivo e bens essenciais na Huíla incentivadas a aumentarem a produção

Apenas as empresas do sector produtivo ou que produzem produtos podem circular durante o período de Estado de Emergência no país, que vai no 10º dia, com 13 casos activos. O presidente da Associação Agró-Pecuária Comercial e Industrial da Huíla (AAPCIL), Paulo Gaspar, avançou que a associação que dirige está a incentivar as empresas do sector produtivo, bens de primeira necessidade e material hospitalar aumentarem a produção neste período, de modo a ajudar as pessoas a cumprirem a quarentena. Segundo o responsável, associação tem recebido muitas solicitações das empresas para permitir a circulação das mesmas.

Porém, seguindo as orientações do Executivo, apenas as que trabalham no sector produtivo e com produtos de primeira necessidade podem fazê-lo enquanto durar o período de emergência no país, decretado no dia 27 de Março. “As empresas que podem funcionar escrevem para AAPCIL e mandamos os dados para o governo provincial, no sentido de emitir o documento”, disse. Na sua opinião, quanto mais empresas forem credenciadas, mais pessoas estarão a circular pelas ruas é aumentar o risco de propagação da pandemia do Covid- 19, que se pretende reduzir o números de casos.

Paulo Gaspar lembrou que os países que tentaram salvar a economia tiveram um aumento exponencial de números de casos de Covid-19 e muitas pessoas morreram. “Perto de 35 empresas associadas na AAPCIL receberam credencial para poder circular na província e continuarem a produzir e ajudar a população”, salientou.

Neste momento, a AAPCIL conta com mais de 2 mil associados em diversos sectores, divididos em 14 municípios, nomeadamente Lubango, Caconda, Quilengues,Cacula,Ga mbos,Caluquembe,Cuvango, Quipungo,Jamba,Matala, Humpata, Chibia, Chicomba e Chipindo.

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