“O título do Nacional não pode ser administrativo”

Por razões inerentes à Covid-19, o Campeonato Nacional sénior masculino de basquetebol “cessou” as suas funções nos pavilhões do país, mas o dirigente desportivo José Pontes adianta que não deve haver “campeão” administrativo. O Petro lidera a prova com 49 pontos, ao passo que o 1 de Agosto e o Interclube surgem nas posições seguintes com 44 pontos

Por:Mário Silva

O coordenador técnico da Associação Provincial de Basquetebol do Cuanza-Sul (APB), José Pontes, disse, ontem, à imprensa, que não concorda que a decisão do título do Nacional sénior masculino da bola ao cesto seja feito de forma administrativa. O responsável explicou que a prova está na sua recta inicial, pois a fase final onde será discutido o ceptro os dirigentes da comissão de gestão da Federação podem encontrar uma nova data. José Pontes lembrou que ouviu alguns treinadores alegarem que orientaram os seus jogadores que realizassem a sessão de treinos em casa. Para o mesmo é algo que belisca a verdade desportiva. “Não é a mesma coisa, tendo em conta que a modalidade é colectiva. Ora bem, os atletas precisam do treino de campo, mas temos que respeitar as medidas de prevenção da Covid- 19”, apontou José Pontes. Por outro lado, o responsável acredita que três equipas vão lutar pelo título: Estou a incluir também o Interclube face àquilo que tem feito ao longo das últimas temporadas da maior prova do calendário da Federação Angolana de Basquetebol”. José Pontes lembrou que o basquetebol está na veia dos angolanos. O Petro de Luanda lidera o certame, ao passo que o seu arqui- rival, 1º de Agosto, está no segundo lugar da tabela classificativa.

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