Humoristas dão “vida” a programa Tuneza no Cubico com gravações realizadas ao domicílio

Ao contrário da estreia, no próximo capítulo os membros do quarteto vão debater sobre diversos assuntos, com o qual acostumaram os apreciadores do programa, com o objectivo de entretê-los sempre com a pitada de humor

As gravações do novo formato do programa humorístico “O Cubico dos Tuneza”, que passou a designar-se “Tuneza no Cubico”, cuja estreia aconteceu no último Domingo, 19, serão registadas em casa dos artistas, que posteriormente serão editadas na ZapEstúdios para a sua transmissão. A apreciação dos capítulos durante as gravações, conforme aconteceu na estreia, será animadas pela vizinhança na centralidade do Kilamba, onde é realizado o trabalho.

Para isso, foram criadas condições técnicas, para que os episódios sejam emitidos com a mesma qualidade proporcionada aos fãs. Ao contrário da estreia, no próximo capítulo os membros do conjunto vão debater sobre distintos assuntos, com os quais acostumaram os apreciadores do programa.

Em conversa com OPAÍS, “General Foge a Tempo (Costa Vilola)”, que também interpreta o personagem Momô, disse que todos os esforços estão a ser feitos com o objectivo de evitarem-se contactos físicos, mas a missão será sempre a de entreter os espectadores que apreciam o trabalho do quarteto. “Estamos a criar os programas a partir das nossas próprias casas.

Está a ser um pouco complicado, porque não estamos acostumados a trabalhar neste formato, mas, apesar disso, estamos a nos adaptar nesta fase que está a ser complexa para todos nós”, enfatizou. Costa referiu que enquanto o confinamento social vigorar, o formato de trabalho será o mesmo.

Disse ainda que pelo facto de a ZAP mudar a sua grelha de programação, sendo eles rostos da mesma, tiveram de acompanhar a mudança, que observa como global. “Por isso, estamos a trabalhar no processo de criação de novos conteúdos e adoptamos os nossos programas com esse paradigma que estamos a viver”, sublinhou. Quanto ao formato original do programa disse que darão continuidade à história, após a reposição social, conforme haviam planeado.

“A pandemia apanhou-nos distraídos. Estamos confinados, mas com muita sede de ir ao palco e trabalhar. Por isso, estamos expectantes”, lamentou, tendo ainda dito que “o futuro é uma incógnita para todos nós, porque não sabemos se o estado de emergência vai ser prorrogado”.

A estreia

Na sua estreia, Cesalty Paulo, na veste de Tia Bolinha, contou com a comunicação e apreciação da vizinhança, na centralidade do Kilamba, que contribuíram para a animação do episódio. O mesmo contou ainda com a participação especial do músico C4 Pedro. Entre as várias conversas tidas com a vizinhança, o incentivo para o cumprimento do período de confinamento social esteve na base da cena.

Saída de Gilmário

Quanto à saída de Gilmário Vemba do grupo, em Outubro do ano passado, Costa Vilola disse não ter afectado a audiência do programa, que, segundo ele, tem atraído cada mais admiradores, devido aos seus conteúdos. “Continuamos bem. O público entendeu a atitude do grupo e continuamos com a mesma aceitação. Estamos bem no mercado, não sentimos influência de nada”, salientou. Com esta saída o grupo passa a contar com quatro integrantes, designadamente Costa Vilola “Momô”, Cesalty Paulo “Tia Bolinha”, Tigre Chieta “Maura” e Orlando Kikuassa “Dadão”.

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