PR reitera medidas de combate à covid-19

João Lourenço, Presidente da República de Angola

O Governo angolano vai continuar a tomar todas as medidas necessárias para minimizar o impacto negativo das restrições impostas pela pandemia da covid-19, afirmou, essa quinta-feira, o Presidente da República, João Lourenço.

Numa mensagem alusiva ao Dia Internacional do Trabalhador (01 de Maio), o Chefe de Estado referiu que o Executivo mantém-se atento às necessidades mais prementes dos cidadãos, em particular dos mais vulneráveis e desfavorecidos.

Desde o surgimento da pandemia no Mundo, Angola já registou 27 casos positivos, todos importados por cidadãos que estiveram em países com contaminação comunitária.

Conforme os dados oficiais, sete cidadãos angolanos já recuperaram da doença e dois morreram, estando o país com 18 casos activos, todos em Luanda.

Na sua mensagem, João Lourenço lamentou o facto de o país não festejar em pleno  o Dia do Trabalhador, por causa da covid-19.

“Este ano estamos privados de festejar em pleno uma efeméride de tão largas tradições, em virtude do surgimento e alastramento da covid-19 que rapidamente se transformou na mais temível das pandemias de que há memória nos últimos séculos”, expressou.

Lembrou, a propósito, que o Governo, comprometido com a vida dos angolanos, cedo decidiu pelo encerramento de fronteiras e pelo controlo institucional de passageiros provenientes de países já contaminados pelo vírus.

Para contrapor a pandemia, disse, tomou a decisão de declarar e prorrogar o Estado de Emergência, como forma de reduzir a probabilidade de a situação vir a se agravar.

Essa decisão, de acordo com o Presidente da República, só pode levar a resultados positivos se contar com a participação e a colaboração de todos os cidadãos, no cumprimento das orientações das autoridades competentes.

Lembrou que o mundo inteiro vê-se de momento confrontado com um vírus de rápida propagação e virulência, contra o qual não existe ainda nem vacina nem tratamento.

A única forma eficaz de o combater, sublinhou, tem sido até agora o encerramento de fronteiras, a restrição da circulação, o isolamento social, o uso de máscaras e a tomada de rigorosas medidas de higiene e de precaução.

“Tais medidas levam inevitavelmente a uma redução ou mesmo paralisia da actividade empresarial, com efeitos devastadores para a vida dos trabalhadores e para a economia em geral”, declarou João Lourenço, que pediu reflexão em torno do Dia Internacional do Trabalhador, para uma maior dedicação e união dos trabalhadores do país.

Apelou à solidariedade para com os trabalhadores de todo o mundo, sobretudo os dos países mais seriamente atingidos pela calamidade causada pela covid-19.

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