Presidente cessante da APF Benguela junta-se à lista de Nando Jordão

antónio costa adiantou que não vai concorrer às eleições na Associação Provincial, visando o ciclo olímpico 2020/2024. Por isso, vai colar-se à lista de Nando Jordão na corrida ao pleito eleitoral na Federação Angolana de Futebol (FAF)

O presidente cessante da Associação Provincial de Futebol de Benguela, António Costa, vai juntar-se à lista de Nando Jordão no pleito do órgão que rege o desporto-rei em Angola, visando o ciclo olímpico 2020/2024. O responsável adiantou à imprensa que não vai concorrer, porque tem projectos mais altos para o futuro do futebol nacional.

Posto isto, referiu que o também presidente cessante da Federação Angolana de Feutebol (FAF), Artur Almeida, não tem mais alguma coisa para dar. Segundo António Costa, o mandato do presidente que dirige o órgão que rege o futebol no país está eivado de vícios antigos. Ainda assim, acredita que está no grupo que pretende mudar o rumo do futebol angolano caso se efective a vitória nas urnas no pleito da FAF em data a anunciar .

O responsável fez saber que não adianta contar ou acreditar num elenco que deixou muitos problemas pendentes no seu consulado. A ficha de Artur Almeida, para muitos dirigentes já está riscada, havendo a perspectivar eleições renhidas entre os candidatos. Deste modo, António Costa acredita no programa de Nando Jordão, uma vez que a mística das selecções nacionais merece ser resgatada. Durante o seu consulado, Artur Almeida foi muito criticado por dirigentes de clubes, mas o Conselho Jurisdicional vai manter a sua posição.

Apesar das críticas que recebe, os membros daquele gabinete, segundo fontes nos corredores da FAF, acreditam que estão a cumprir cabalmente com o seu papel.

Norberto de Castro entra na corrida

O homem do futebol em Angola Norberto de Castro também assumiu, publicamente, que vai concorrer às eleições no órgão que rege a modalidade em Angola. Norberto de Castro adiantou que sempre foi sua intenção, uma vez que conhece a modalidade e as suas dificuldades num abrir e fechar de olhos. O responsável, que foi o primeiro a saltar do barco de Artur Almeida, não deu objectivamente às razões que o levaram a abandonar. Mas, nos bastidores fala-se que não havia consenso entre o líder e os seus adjuntos em reuniões de carácter técnico e administrativo.

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