Direcção do santa rita de cássia garante que salários estão salvaguardados

apesar das dificuldades, a formação das terras do café, a província do Uíge, tem a situação financeira controlada e vai honrar os compromissos salariais em atraso

O presidente do Santa Rita de Cássia do Uíge, NZolani Pedro, garantiu que o salário dos atletas e dos treinadores estão garantidos. Apesar das dificuldades, a direcção do clube fez saber que os três meses em atraso continuam a ser técnica e administrativamente resolvidos. O Girabola 2019/2020 foi anulado por força da Covid-19, mas os compromissos devem ser reatados e cumpridos sem quaisquer restrições. “Temos consciência do que se está a passar, por isso vamos trabalhar para honrar os salários”, adiantou o dirigente desportivo.

O responsável fez saber que continuam focados em manter, num futuro breve, a equipa numa posição que alegre os adeptos.
NZolani Pediu para os atletas ficarem tranquilos, uma vez que o patrocinador vai, em tempo oportuno, materializar os ordenados.
O Santa Rita de Cássia do Uíge, antes de se anular a maior festa do desporto-rei em Angola, estava numa posição de risco na tabela classificativa. Porém, uma ou duas derrotas empurraria os católicos das terras do café para a segunda divisão. A anulação vai permitir o Santa Rita redefinir as baterias para melhor entrar na competição e lutar pela permanência na prova.

O Girabola foi anulado por consenso dos presidentes de clubes, tendo em conta à pandemia que continua a assolar o mundo. Por isso, o Petro de Luanda e o 1º de Agosto são as equipas que vão representar Angola nas eliminatórias de acesso à Liga dos Clubes Campeões Africanos. Por sua vez, o Sagrada Esperança da Lunda-Norte e o Bravos do Maquis do Moxico mostram-se disponíveis financeiramente para inscreverem os seus nomes nas eliminatórias de acesso à Taça Nelson Mandela.

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