Editorial: Mais uma polémica autárquica

Angola ainda não tem autarquias, mas nem por isso os assuntos a elas relacionados deixam de criar discussões. Se não é a forma da sua implementação é a forma de concurso, se se pode concorrer independente ou se tem de ser por via de partidos políticos. Mas agora há outra.

Luís Jimbo, que lidera o Observatório Eleitoral Angolano, disse a OPAÍS que o melhor mesmo é esquecer as eleições autárquicas, as primeiras, este ano. Uma questão de tempo e também uma questão económica, diz ele. Não há nem tempo, nem dinheiro. E propõe até data: 2022, a coincidir com as eleições gerais. A Oposição começou de imediato a reagir. Este assunto ainda vai dar em muita discussão nos próximos dias e meses, ao ritmo da Covid-19, certamente.

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