Liamba “desafia” coronavírus e pode gerar emprego nos EUA

A COVID-19, nos Estados Unidos da América, já mandou, até o momento, cerca de 38 milhões de pessoas ao desemprego.⠀Entretanto, em tempos de confinamento, o uso da cannabis (vulgo liamba em Angola), tem se intensificado.

Segundo a Exame, os governos com baixa receita após meses de confinamento, têm ímpeto para aplicar um imposto sobre a maconha e expandir as oportunidades de emprego.

Ben Kovler, da Green Thumb Industries Inc., comparou a situação com o fim da chamada “Proibição”, ou lei seca, durante a Grande Depressão.

“Esta é a Proibição 2.0”, disse Kovler, director-presidente da empresa de cannabis com sede em Chicago. “É um momento de incerteza e alto estresse no lado do consumidor e no lado do governo; há questões econômicas.”

Há muitos motivos para estar deprimido em meio à pandemia, que deixa uma devastação económica e divisão política em seu rastro. Mas esses dias difíceis não foram ruins para o sector de cannabis.

Nove⠀em cada 10 americanos aprovam o uso medicinal ou recreativo da liamba,⠀e mais de 20 estados consideraram vendas médicas ou recreativas como negócios “essenciais” durante a paralisação da pandemia.

Americanos têm consumido mais liamba⠀do que o habitual durante a quarentena, e activistas do sector dizem que a crise levará o governo federal a seguir a liderança de 33 estados e legalizar a cannabis mais rapidamente.

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