Governo tem obrigação de salvar vidas

Angola e Cuba sempre encararam a saúde e a formação de quadros do sector como uma preocupação central da sua cooperação bilateral, disse, esta Quinta-feira, fonte governamental angolana.

Um contingente de 257 médicos cubanos chegou a Angola a 10 de Abril último, para ajudar no combate à Covid-19 e na formação de quadros angolanos para o acompanhamento de outro tipo de doenças.

Segundo a fonte, que comentava sobre a recente chegada de médicos cubanos a Angola, essa ajuda ganha outra dimensão, numa altura em que o mundo é assolado pela Covid-19 e o país africano tem, também, necessidades de formação de quadros de outras especialidades da saúde.

“Se, no passado, parte da riqueza de Angola esteve a saque por um reduzido grupo de cidadãos, o Governo tem, hoje, toda a legitimidade para salvar vidas, o bem maior que temos, custe o que custar”, sublinhou a fonte.

A este propósito, a mesma fonte disse estarem absolutamente desprovidas de razão as insinuações de que Angola gastará “muitíssimo” dinheiro com a vinda dos especialistas cubanos.

“Os gastos com a criação de condições para salvar vidas de angolanos e cidadãos estrangeiros residentes em Angola terão sempre justificação legal, sejam quais forem os seus montantes”, disse a  fonte.

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