Amostras do Tour reavaliadas

Investigadores dos casos de doping da Operação Aderlass, na Áustria, que levou à suspensão de vários atletas, suspeitam de que em 2016 e 2017 tivessem sido consumidas substâncias na altura não detetáveis nos laboratórios. Razão que levou a Fundação Antidopagem para o Ciclismo (CADF) a mandar reexaminar todas as análises recolhidas na Volta à França desses anos, com especial incidência em 2017.

“Nesse período havia várias substâncias proibidas para as quais ainda não existiam métodos ideais de deteção nos laboratórios. Desde essa altura os procedimentos foram melhorados”, afirmou Peter Van Eenoo, responsável pelo laboratório de Gent, admitindo serem os produtos originários dos Estados Unidos.

Fonte do CADF complementou: “Com base nas novas informações conseguimos identificar amostras interessantes e iniciar as análises. Os laboratórios de Seibersdorf, na Áustria, e Colónia, na Alemanha, estão a proceder às novas avaliações e se houver positivos a UCI irá comunicá-los”.

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