Mercedes recusa grelhas de partida invertidas

A Fórmula 1 procura ideias que melhorem a competitividade e o espectáculo na categoria, penalizados por seis épocas consecutivas de domínio absoluto da Mercedes, desde o início da era híbrida, em 2014, com a substituição dos motores V8 2.4 atmosféricos pelos V6 1.6 Turbo ‘apoiados’ eletricamente’, os alemães venceram os seis títulos de construtores e pilotos (cinco com Hamilton, um com Rosberg) e ganharam 89 dos 121 grandes prémios, registo que corresponde a uma taxa de sucesso de 73,55%! Entre as possibilidades em cima da encontrava-se a adoção da fórmula da grelha de partida invertida, mas os hexacampeões do Mundo ‘chumbaram’ a proposta.

Os responsáveis da Fórmula 1 pretendiam testar a fórmula nos segundos grandes prémios planeados para o Red Bull Ring e Silvertone, arrumando os pilotos nas grelhas de partida em função dos resultados registados nas primeiras corridas na Áustria e na Grã-Bretanha, com os vencedores a arrancarem da 20ª posição. Consequentemente, os últimos classificados seriam posicionados na… ‘pole position’!

“Falámos sobre muitos temas durante este período, incluindo nessa possibilidade, mas algumas equipas manifestaram-se pouco confortáveis com a ideia e abandonámo-la. Este tipo de alteração exige um apoio unânime”, explicou o homem-forte da categoria, Chase Carey.

O Pais

Deve ver notícias

error: Content is protected !!