Huambo reforça prontidão para atender eventuais casos de Covid-19

A província do Huambo aumentou, nos últimos dias, os níveis de prontidão para atender possíveis casos positivos de Covid-19, de forma eficiente e oportuna, revelou ontem a governadora local, Lotti Nolika.

A governante garantiu que as condições básicas estão criadas para fazer face aos desafios epidemiológicos desta pandemia, assim como de outras doenças, depois de visitar os locais de quarentena institucional e centros de tratamento.

Lotti Nolika destacou a restauração da unidade sanitária do Caminho- de-Ferro de Benguela (CFB), na capital do planalto central, tal como os acabamentos do futuro Hospital Municipal do Ecunha, nesta altura, criado para o internamento de eventuais casos da Covid-19, como sendo os principais ganhos desta época de pandemia, segundo a Angop.

A infra-estrutura que vai acolher o futuro Hospital Municipal do Ecunha, com 74 camas, começou a ser construída em 2012, num investimento de 516 milhões, 957 mil e 751 Kwanzas, e estar a faltar apenas a conclusão do apetrechamento.

Lotti Nolika salientou igualmente a criação de condições de bio-segurança, com a recepção, na Sexta-feira, de 20 toneladas de material médico, entre fatos e óculos protectores, máscaras cirúrgicas descartáveis, termómetros infravermelhos e outros.

Anda neste domínio, chegaram a esta região, na manhã deste Sábado, diversos bens para acudir os cidadãos com maior dificuldade em todos os municípios, numa iniciativa da Comissão Nacional de Prevenção e Combate à Covid-19.

Na província do Huambo, onde vivem dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, distribuídos em 11 municípios, foram criados três locais para a quarentena institucional: no Hotel IU, com 72 quartos, o Centro de Ecologia Tropical e Alterações Climáticas (CETAC), com 27 suítes e uma outra área reservada no Hospital Central do Huambo.

De acordo com as autoridades, aqui encontram-se 60 cidadãos em quarentena, dos quais cinco institucional e 55 domiciliar, provenientes recentemente da província de Luanda, sob cerca sanitária, depois de alguns deles terem sido denunciados pela população e outros descobertos pelas autoridades.

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