Huíla inaugura amanhã primeiros equipamentos sociais construídos no âmbito do PIIM

O Governo Provincial da Huíla começa a amanhã (Sábado) a inaugurar os primeiros equipamentos sociais construidos no âmbito do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), no Lubango, Caluquembe e Humpata

Segundo um programa cegado à nossa redação, entres os equipamentos a serem inaugurados amanhã na província da Huíla constam o novo edifício da Administração Municipal de Caluquembe e uma escola com 12 salas de aulas no bairro Sofrio, arredores da cidade do Lubango.

No programa saído do Governo Provincial da Huíla consta igualmente a inauguração de uma unidade sanitária no Município da Humpata, cujas obras foram iniciadas em 2012.

As obras de ampliação do Hospital Municipal da Humpata, província da Huíla, foram iniciadas em Abril de 2012, inseridas no Programa de Investimentos Públicos (PIB).

Na altura, as obras de reabilitação tinham sido orçadas em cerca 72.000.000,00 (setenta e dois milhões de Kwanzas) e foram interrompidas no ano de 2015 por falta de financiamento, com uma paralisação em 85 por cento.

A unidade sanitária, que vai permitir assistência médica e medicamentosa aos habitantes do município da Humpata e arredores, foi concebida com uma capacidade de 120 camas, bem como agregados os serviços de maternidade e pediatria, assim como a ampliação do banco de urgência.

A rede sanitária local é composta por um hospital municipal, 15 postos de saúde e três centros médicos, com mais de 100 trabalhadores, entre médicos, enfermeiros, pessoal de apoio e administrativo. O município da Humpata dista 22 quilómetros da sede capital da província da Huíla e tem uma população estimada em 82 mil 758 habitantes.

“PIIM é lufada de ar fresco”

A Associação das Empresas de Construção Civil e Obras Públicas da província da Huíla considera as obras inscritas no Programa Integrado de Intervenção nos Municípios uma lufada de ar fresco para os empresários que se dedicam a esta actividade económica.

Carlos Damião, presidente da referida agremiação empresarial, diz que na execução dos projectos inseridos no PIIM em toda a província da Huíla estão envolvidos 30 por cento dos seus associados, facto que satisfaz a Associação, em função do actual contexto económico.

“Este projecto PIIM é uma janela de oportunidades para toda a gente e quem teve essa oportunidade e conseguiu ganhar esteve bem. Ao que sabemos, os associados estão satisfeitos com as obras em curso, porque muitas empresas precisavam mesmo de obras para trabalhar e o PIIM veio colmatar essa lacuna” disse.

Carlos Lopes, secretário-geral da referida Associação, disse que, a Covid-19 veio trazer alguns constrangimentos na execução dos projectos, em função da paralisação registada em algumas obras que se registou em todo o país.

“Nós estamos a recordar que de 1864 projectos, 68 por cento são concebidos e são definidos pelos municípios, daí vermos a amplitude deste programa. Logicamente que três, quatro ou cinco meses de paralisação vão influenciar nos resultados finais! Nós estamos a tentar acelerar e dar o melhor que pudermos para cumprir com os prazos contratuais” revelou.

João Katombela, na Huíla

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