Dopagem mecânica fica por provar

Depois de dois anos de investigação, a Polícia francesa decidiu encerrar o caso relacionado com os motores ocultos nas bicicletas e denominado por dopagem mecânica.

A situação foi despoletada em 2016, quando, no decorrer do campeonato do mundo de ciclocrosse, a belga Femk Van Den Drirssche foi apanhada com um motor na bicicleta, situação que lhe valeu ser suspensa por seis anos e perder os títulos de 2015 e desse ano.

Em 2018 o amador francês, Cyril Fontaine, com 43 anos, foi denunciado por vencer as provas de veteranos com a ajuda de um motor escondido no quadro da bicicleta, acabando por ser apanhado numa prova para amadores e sancionado pela federação francesa com cinco anos de suspensão.

Com os rumores a eclodirem no pelotão de que poderiam existir nomes sonantes do ciclismo mundial a utilizar motores, principalmente nas clássicas e algumas etapas de montanha, a UCI decidiu através dos seus comissários passar a inspeccionar as bicicletas nas principais competições internacionais, antes e depois das corridas através de raios-X e scanners, que não conseguiram detectar qualquer irregularidade.

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