Um brinde com chocolate

Angola não teve casos novos de Covid-19 registados ontem. Uma pausa interessante que bem melhor seria se fosse já a paragem, o fim da contagem. E valeria o brinde hoje, com chocolate, que cai muito bem neste tempo frio de Cacimbo.

Estivesse eu na Huíla, Huambo, Bié, Namibe, Cunene, Cuando Cubango ou no Cuanza-Sul (Waku Kungo), terras onde o frio obriga a uma bebida quente, hoje tomaria uns dois ou três copos de chocolate quente. De Cabinda, de preferência, embora seja um produto que não abunde ainda no mercado.

Aliás, a sua produção está a ser relançada agora pelo entusiasmo do governador provincial Alexandre Nhunga, que vai fazendo as populações e empresários agrícolas dar-se conta de que têm tudo para serem mais ricos. O mercado mundial do cacau não anda pelas ruas da amargura. E o chocolate, segundo os estudiosos, estimula, dá energia, que deve ser pensada também para pensar em como construir um mundo mais feliz. E sim, uma das propriedades do chocolate é o estímulo da felicidade.

Mais logo voltaremos a ter o ponto de situação da Covid-19, que poderá deixar o país com um gosto doce na boca se os números continuarem estáticos.

Entretanto, sobre a cobertura jornalística falaremos depois, só para não amargar o Dia do Chocolate com coisas esquisitas. Vamos, entretanto, brindar à esperteza.

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