RDC condiciona regresso de 300 angolanos à saída de 142 congoleses retidos no Zaire por causa da Covid-19

O governador provincial do Zaire, Pedro Makita Armando Júlia, revelou, ontem, no Tomboco, que as autoridades da República Democrática do Condo (RDC) estão a condicionar o regresso de 383 cidadãos angolanos com a saída dos seus 142 cidadãos que se encontram retidos na província do Zaire, desde Março. 

O governante anunciou que o regresso destes cidadãos nacional poderá ocorrer nos próximos dias, estando dependente da criação de condições de recepção a nível da região e da anuência da Comissão Multissectorial de Prevenção e Combate à Covid-19.

Em declarações à imprensa, Pedro Makita disse estar preocupado com as constantes violações de cerca sanitária por cidadãos provenientes da capital do país (Luanda) e da República Democrática do Congo (RDC). 

Segundo noticiou a Angop, o governante garantiu que estão a ser envidados esforços para reforçar a fiscalização no posto de controlo do rio Loge (Nzeto), que delimita às províncias do Zaire e do Bengo, por ser a principal porta de entrada de cidadãos vindos de Luanda. 

Neste posto, disse, o efectivo policial está a ser apoiado por militares das Forças Armadas Angolanas (FAA), numa operação que envolve o destacamento da vizinha província do Bengo. 

A mesma medida foi tomada em relação a fronteira com a RDC, de modo a impedir as tentativas diárias de introdução de imigrantes ilegais ao território nacional. 

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