Reforçada proibição de saída das províncias sob cerca sanitárias

As saídas e entradas para a província de Luanda estão permitidas apenas para transportação de bens e serviços e ajudas humanitárias, conforme estabelece o Decretado Presidencial sobre o Estado da Calamidade Pública que vigora desde 26 de Maio do ano em curso.

A informação foi prestada ontem, em Luanda, pelo ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, na habitual conferência de imprensa diária para apresentação dos dados sobre a Covid-19.

Segundo o governante, esta medida visa cortar a cadeia de transmissão da Covid-19 no país, pelo facto de haver uma “interpretação menos correcta” de algumas pessoas que insistem em tentar sair da capital do país para outras localidades.

Adão de Almeida explicou que o reforço desta medida é extensivo ao Cazengo (Ndalatando), município sede da província do Cuanza- Norte, que também está sob cerca sanitária. Além de serviços e bens, também é permitida a saída e entrada de pessoas doentes nestas duas circuncisões.

Chamou a atenção ainda pelo facto de muitos cidadãos pretenderem obter quaisquer tipos de documentação para justificarem a sua circulação nestas duas localidades em detrimento “daqueles que verdadeiramente estão abrangidos para circular no quadro das excepções”.

Para as delegações governamentais em serviço, segundo ainda o ministro de Estado e Chefe da Casa Civil do Presidente da República, precisam de uma autorização para se deslocar, e devem fazer previamente os testes da Covid-19.

Finalmente, Adão de Almeida esclareceu que para a realização de festas ou actividades similares, as novas regras permitem apenas o ajuntamento de 15 pessoas, e os infractores serão multados.

A cerca sanitária entre a cidade de Luanda e o município do Cazengo vai durar até no dia 9 de Agosto, segundo a ministra da Saúde, Sílvia Lutukuta, numa das conferências de imprensa realizada na passada semana

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