Presidente Felix Tshisekedi condena violência na RDC

O presidente Félix Tshisekedi condenou os actos de violência que levaram à morte de pessoas e a degradação de bens públicos e privados, na sequência das manifestações populares de 9 de Julho de 2020, na República Democrática do Congo (RDC).

Ele denunciou em particular “irregularidades e contradições” verificadas no processo que conduziu à nomeação da direcção da Comissão Eleitoral Nacional Independente (CENI).

Falando numa reunião do Conselho de Ministros, Sexta-feira, Tshisekedi exigiu a clarificação completa destes trágicos incidentes, o apuramento das responsabilidades e a punição dos culpados.

Também apelou aos líderes das instituições da República, aos partidos políticos e à sociedade civil para se comportarem de forma irrepreensível e com base no respeito pelas leis do país e pelas cartas que regem as organizações privadas, a busca da paz social e a salvaguarda da unidade nacional, com base em valores éticos e morais.

Segundo o ministro do Interior, registaram-se duas mortes entre os manifestantes, em Kinshasa, onde 20 agentes da Polícia ficaram feridos, incluindo dois gravemente, bem como 12 civis, para além de danos materiais significativos.

Na província do Alto Katanga (Lubumbashi, Kasumbalesa e Kipushi), três manifestantes foram mortos e quatro ficaram feridos, acrescentou.
No entanto, a inviolabilidade da sede do Parlamento, o objectivo último dos manifestantes, foi preservada.

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