Escritor angolano representa o país na VII Antologia Cultive 2020

O escritor angolano, Moisés Ricardo Mpova representa o país na VII Antologia Cultive 2020 intitulada “Era uma vez um anjo", que integra vários autores lusófonos, cujo lançamento foi adiado para o próximo ano no salão do livro de Genebra, na Suíça

Trata-se de um livro de histórias e poemas, que aborda sobre optimismo, o amor, esperança e paz, onde os autores tiveram a liberdade de expressar a sua imaginação, com o objectivo de transformar os relatos em mensagens, dos quais os leitores poderão retirar ensinamentos, conselhos, motivação e apoio. 

A referida obra que é comercializado via online, teve o seu lançamento adiado, previsto a acontecer no grande evento do 34° Salão Internacional do Livro e da Imprensa de Genebra é considerado como um dos maiores eventos literário da Suíça. 

Para além do autor angolano do livro “A fonte da inspiração”, participa a escritora brasileira Maria José Esmeraldo, Mabel Cavalcanti, Ivanilde Morais Gusmão e Colly Holanda, neste trabalho que tem o intuito de divulgar a cultura Lusófona na Europa. 

O escritor 

Moisés Ricardo Mpova é estudante do curso de engenharia mecânica na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), autor do livro “A fonte da inspiração”. 

É declamador, membro da Academia de Letras e Artes de Florianópolis (ADLA – Brasil) e do Movimento Lev’Arte em Angola. É mentor do projecto “Matemática com os Kandengues” e também membro da Internacional da Cultive “Art Littérature et Solidarité de Genebra”. 

A Cultive 

A Associação CULTIVE, Art-littérature et Solidarité, sediada em Genebra, foi criada com o intuito de divulgar a cultura Lusófona na Europa. Nos seus eventos, a mesma organiza exposições de arte, encontros literários e tardes de autógrafos, todos os seus trabalhos a nível cultural são aliados à projectos filantrópicos. 

CULTIVE trabalha ao apoiar e levar o nome dos escritores e artistas lusofônicos pela Europa, tendo como proposta unir artistas plásticos e escritores seja de renome, seja novos escritores em debates académicos, encontros, amostras, assim como, exposições para reforçar o entrosamento entre artistas e literatos lusófonos, por conseguinte, tornar os membros uma força representativa dos seus países no exterior. 

Apesar do difícil período em que estamos a viver, devido a pandemia da Covid-19, a Cultive não pára de pensar no futuro da cultura, da divulgação dos autores, da literatura e da arte. 

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