Crise financeira arromba Sporting de Cabinda

A formação verde e branca das terras do Maiombe vive dias difíceis no que concerne ao pagamento de salários dos jogadores e do corpo administrativo. Por esta razão, muitos atletas estão de malas feitas para outros clubes. Segundo a direcção, a preparação do Girabola 2020/2021 está longe de acontecer por falta de verbas para suportar as despesas

O Sporting de Cabinda, equipa que participou no Girabola 2019/2020, vive uma crise financeira sem precedentes há mais de oito meses. 

A direcção está há oito meses sem pagar o salário dos jogadores que disputaram o Campeonato Nacional 2019/2020, prova anulada devido à COVID-19. 

Na agremiação leonina, o problema estendeu-se até ao corpo administrativo, este também não vê o ordenado na conta bancária há dez meses. 

Por conta disto, os jogadores partiram para outros emblemas onde as condições salariais favorecem, uma vez que as despesas familiares são superiores as receitas. 

Jó Paciência, Reginon, Castro e Zeca, atletas influentes na manobra ofensiva do clube verde e branco, estão de malas feitas. 

Os dois primeiros disseram sim ao Sagrada Esperança da Lunda-Norte, ao passo que os outros estão em conversações com alguns clubes de Luanda. 

A direcção alegou que não tem verbas para travar a saída massiva de jogadores, porém não sabe o que fazer nos próximos meses. 

No Sporting de Cabinda, a preparação do Girabola 2020/2021 não é uma realidade, pois a direcção não sabe o que fazer para saldar as dívidas com o corpo administrativo. 

Os sócios, adeptos e simpatizantes do clube leonino estão apreensivos e esperam que a direcção crie condições para ultrapassar a crise que sacode aquela formação. 

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