Vice do MPLA considera Edgar Cunha exímio quadro

O jornalista Edgar Cunha foi um exímio quadro da Comunicação Social, que se notabilizou como um excelente apresentador que “entrava em nossas casas todos os dias”, considerou ontem Sexta-feira, em Luanda, a vice-presidente do MPLA, Luísa Damião, segundo a Angop.

Falando à imprensa, após assinar o livro de condolências pela morte do profissional, ocorrida Segunda-feira, vítima de doença, Luísa Damião afirmou ter sido com profunda dor e consternação que o seu partido tomou conhecimento do sucedido.

Em acto realizado num dos espaços da Televisão Pública de Angola, a dirigente partidária considerou Edgar Cunha um quadro desta estação televisiva nacional e também da Rádio Nacional, que deu o seu melhor contributo ao desenvolvimento da comunicação social no país.

“Admiramos o seu profissionalismo, a sua dedicação, sobretudo porque era um formador por excelência. Tive a oportunidade de com ele privar, foi meu colega no curso médio de jornalismo, no Makarenko (actual Instituto Médio Industrial de Luanda). Era uma pessoa com invulgares qualidades humanas”, enfatizou.

Para Luísa Damião, a morte de Edgar Cunha representa, “de facto, uma grande perda para o jornalismo angolano, mas ele deixa um grande legado que certamente vai inspirar as novas gerações de jornalistas”.

Edgar Sousa Marques da Cunha nasceu no dia 19 de Janeiro de 1962, em Luanda. Ingressou na TPA em 25 de Junho de 1991. Notabilizou-se em reportagens e entrevistas, mas foi na apresentação de noticiários que construiu a marca de um grande comunicador.

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