EUA vão compartilhar vacinas após garantir necessidades do país, diz secretário norte-americano

WASHINGTON, DC - JANUARY 28: Health and Human Services Secretary Alex Azar speaks during a press conference on the coordinated public health response to the 2019 coronavirus (2019-nCoV) on January 28, 2020 in Washington, DC. The virus, which originated in Wuhan, China, has infected 4,500 people and killed at least 109, mostly in China. Currently 110 people are being evaluated in the United States for infection, with five confirmed cases. With Secretary Alex Azar is National Center for Immunization and Respiratory Diseases Director Nancy Messonnier, and National Institute of Allergy and Infectious Diseases Director Anthony Fauci (R). (Photo by Samuel Corum/Getty Images)

O secretário de Saúde dos Estados Unidos, Alex Azar, disse, na Segunda-feira, que qualquer vacina norte-americana ou tratamento para a Covid-19 seriam compartilhados com o restante do mundo, assim que as necessidades dos Estados Unidos forem atendidas.

Há mais de 200 candidatos à vacina de Covid-19 em desenvolvimento ao redor do mundo, incluindo mais de 20 na fase em que são testadas em humanos.

O presidente norte-americano, Donald Trump, prometeu que terá uma pronta até ao fim do ano, embora geralmente demore anos para desenvolvê-las e testá-las com segurança e efectividade.

 “Aossa primeira prioridade, claro, é desenvolver e produzir quantidade suficiente de vacinas e tratamentos seguros e efectivos, aprovados pela FDA (agência reguladora de Alimentos e Medicamentos dos EUA) para uso nos Estados Unidos”, disse Azar aos repórteres durante visita a Taiwan.

 “Mas esperamos ter a capacidade de, assim que essas necessidades forem atendidas, que esses produtos estejam disponíveis na comunidade mundial, de acordo com distribuições justas e equitativas, sobre as quais faríamos consultas na comunidade internacional.”

Ele não avançou mais que isso sobre esse tema nos seus comentários. Azar também disse que a decisão dos Estados Unidos de deixar a Organização Mundial de Saúde (OMS) não significará menos envolvimento do seu país na saúde pública global.

 “Os Estados Unidos sempre foram e continuarão a ser o maior financiador de saúde pública no mundo”, acrescentou.

“Após a nossa saída da OMS, trabalharemos com outros na comunidade mundial para encontrar os veículos apropriados para continuar a apoiar, de maneira multilateral e bilateral, a saúde pública global, como os EUA fizeram no passado.”

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