Carta do leitor: Hábitos mudando e o homem se reinventando

O ser humano se adapta fácil. Nos primeiros dias de isolamento social foi de: era tudo que eu queria, trabalhar em casa e continuar ganhando meu salário. Depois veio a onda da depressão: não sei o que fazer de minha vida. Ficar trancado é ruim.

A falta daqueles encontros em bares e restaurantes nos finais de semana foram trocados pela busca de novos produtos e novas modalidades. Vou fazer um prato especial e, isso fez com que as empresas e os profissionais especializados lançaram receitas e mais receitas e as empresas de produtos alimentares passaram a oferecer sugestões de como utilizar bem e criar pratos saborosos.

 Mudou-se o comer bem, pelo comer com saúde. Não que comer fora fosse ruim, mas é um novo estilo do faça você mesmo. O ser humano vem se adaptando após três, quatro me ses de isolamento social. Os processos de transformações das empresas (comércio e lojas) foi jogado de cabeça para baixo e aquele que buscou metodologias vem se dando bem e vendendo bem.

Terão, agora, no entanto, que se reinventar. Com a reabertura das cidades será que o cliente voltará como era antes ou vai querer ser atendido, especialmente, em casa como ocorreu neste período de isolamento? As empresas que focaram no cliente saíram-se bem ou aquelas que se adaptaram melhor conseguiram ampliar seus mix e, por conseguinte, sobressaíramse melhor? O mundo não será como antes. Isto é um facto.

Mas, o que o cliente do futuro quer hoje?

Gregório José

Radialista, Jornalista e estudante de Filosofia

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