Covid-19 dá pausa nas mortes, infecta 27 e recupera 44 nas últimas 24 horas

O secretário de Estado para a Saúde Pública, Franco Mufinda, anunciou ontem, em Luanda, que nas últimas 24 horas não houve nenhuma morte por Covid-19. Confirmou 27 novos casos de Covid-19, dos quais três da província de Benguela, assim como a recuperação de 44 pessoas

Franco Mufinda, que falava durante a apresentação do balanço diário sobre a pandemia no país, no CIAM, esclareceu que dos novos 27 positivos, três são da província de Benguela, que importaram o caso de Luanda.

Os restantes 24 aconteceran em Luanda e foram registados nas localidades de Viana, Talatona, Belas, Ingombotas e Samba.

 Mufinda disse ainda que os novos pacientes têm idades compreendidas entre 1 e 66 anos e são na sua maioria do sexo feminino, isto é, 17 mulheres e 10 homens, sendo que não houve nenhum registo de óbito por Covi-19.

Actualmente, o país passou a ter 1.879 casos positivos, 86 óbitos, 628 recuperados e 1.165 pacientes activos, dos quais três estão em estado crítico com ventilação mecânica invasiva, 25 em estado grave, igual número estão moderados, 20 leves e 1.092 estão assintomáticos.

Franco Mufinda explicou que nas últimas 24 horas foram processadas 95 amostras no laboratório da biologia molecular por RTPCR, das quais 27 foram positivas e 68 negativas.

O total de amostras processadas até à presente data por RT-PCR é de 49.095 amostras, das quais 1.879 foram positivas e 47.216 negativas. O Centro Integrado de Segurança Pública (CISP) recebeu, nas últimas 24 horas, 65 chamadas, das quais uma denúncia de caso suspeito de Covid-19 e 64 pedidos de informação sobre o vírus.

Por outro lado, o governante explicou que, no período em referência, 62 pessoas receberam altas, sendo 20 na província de Luanda, 13 no Bié, oito no Cuando Cubango e Huambo, respectivamente, assim co seis na Huíla, cinco em Cabina e uma cada em Malanje e Benguela.

Quarentena domiciliar apenas a angolanos, diplomatas e expatriados residentes no país

Franco Mufinda explicou que ontem teve início a fase de quarentena domiciliar e isolamento social em todo o país, acrescentando que “o isolamento social está indicado à pessoa que tenha um teste positivo de SARSCoV-2 e que vai coabitar com a sua família”.

“Não obstante que o resto dos membros da família não apresentarem sintomas de Covid-19, a pessoa é devolvida à comunidade. E para isso acontecer tem de haver um consentimento dos familiares em aceitar partilhar a casa”, disse.

Por outra, explicou que a quarentena domiciliar vai aplica-se a angolanos, diplomatas e expatriados residentes em Angola, que tenham realizado um teste de pré-embarque 72 horas antes da chegada ao país.

O governante disse que um expatriado não residente no país vai observar a quarentena institucional, sendo que as duas medidas, tanto o isolamento domiciliar e a quarentena domiciliar serão acompanhadas desde a avaliação de risco, passando pelo seguimento das pessoas até à alta por entidades sanitárias públicas.

 “Daí a razão de envolver brigadas comunitárias de vigilância para poder ajudar na fiscalização do cumprimento do isolamento em casa de casos assintomáticos da Covid-19”, disse.

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