Novo director do SIC-Huíla defende cooperação para se atingir objectivos

O novo director do Serviço de Investigação Criminal (SIC), na província da Huíla, defendeu, ontem, na cidade do Lubango, a coordenação entre os vários organismos que compõem a delegação do Ministério do Interior para se atingirem os objectivos preconizados pela sua instituição

O superintendente Pedro João António, de 52 anos, explicou, durante a sua apresentação aos membros do conselho da delegação do Ministério do Interior(MININT) e do Serviço de Investigação Criminal(SIC), que os objectivos passam pela garantia e manutenção da ordem e tranquilidade públicas.

Durante o acto, testemunhado pelo director-geral adjunto do SIC, comissário António Paulo Benje, o responsável foi comedido nas suas declarações, dizendo que vai priorizar mais acções do que palavras.

 “Eu venho juntar-me ao colectivo de homens e mulheres do nosso ministério, na Huíla, para também emprestar a minha contribuição para o esforço da preservação, da garantia da segurança pública que é o apanágio fundamental do Ministério do Interior”, disse, inicialmente.

Para o novo responsável do SIC, durante o seu consulado nesta província vai privilegiar a coordenação, a solidariedade institucional entre todos os órgãos que compõem o Ministério do Interior.

Pedro João António entende que “ só assim estaremos absolutamente disponíveis para com todos os colegas, e a todos os níveis, conversarmos e entregarmo-nos para o êxito das tarefas que me são confiadas”.

Grandes responsabilidades

 Por seu turno, o director nacional adjunto do SIC, comissário António Paulo Benje, em representação do director geral da instituição, comissário Arnaldo Carlos, disse que estão sobre os ombros do novo director grandes responsabilidades.

Essas responsabilidades passam pela organização interna da instituição, de forma a torná-la num exemplo para o resto do país, no que toca à prossecução das actividades que lhe são acometidas.

 “O director Pedro João vem de uma direcção meramente estável. Ele vem para a província da Huíla, onde temos alguns assuntos internos por resolver, e, pela confiança que lhe foi depositada pela direcção geral do SIC, esperamos que estabilize aquilo que nós achamos conveniente para que, no futuro, não venhamos a ter alguns problemas como se assiste hoje”, recomendou.

Por sua vez, o delegado do MININT na Huíla, Divaldo Júlio Martins, garantiu prestar todo o apoio necessário ao novo director do SIC, de forma a trabalhar num espírito de equipa. Divaldo Martins revelou que o director cessante desempenhou com brio as funções que lhes foram confiadas durante o seu mandato na província da Huíla.

O também comandante provincial da Polícia Nacional da Huíla exortou ao novo director do SIC a pautar pela “lealdade, transparência e cooperação”, durante o exercício das suas funções nesta parcela do país.

 “Nós queremos que o SIC/Huíla seja uma referência ao nível do Ministério do Interior, não só o SIC/ Huíla, mas todo o ministério nesta parcela do país. Nós queremos que ele seja uma referência em termos da sua gestão, não só com a relação entre todos os órgãos, mas também em termos da qualidade dos serviços que presta ao cidadãos”, disse.

 Até à sua nomeação, Pedro João António foi director do SIC-Cunene, onde esteve a trabalhar desde 2016.

 Substitui no cargo o sub-comissário Américo Francisco Camilo, que vai desempenhar a função de conselheiro do director-geral do SIC, em Luanda.

 

João Katombela, na Huíla 

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