BODIVA esclarece: nomeação de Cristina Lourenço é “um regresso à casa”

A nomeação, em Março de 2020, da administradora executiva Cristina Lourenço, surgiu da necessidade de completar a composição do Conselho de Administração na sequência da resignação de um dos administradores, esclarece a Bolsa de Divida e Valores de Angola (BODIVA) em nota.

Segundo a instituição, é “o percurso e empenho enquanto colaboradora da BODIVA entre 2014 e 2016, e a capacidade de gestão demonstrada no processo de criação e implementação de uma unidade de estrutura do Ministério das Finanças” que estiveram na base da decisão da comissão de convidar o antigo quadro para assumir a função.

Esclarece ainda que, com excepção do seu presidente, a Comissão Executiva em funções desde Novembro de 2019 é composta exclusivamente por quadros da BODIVA de “competência académica e sobretudo profissional comprovada” que desde a sua constituição dedicaram e dedicam o seu saber, aptidão e zelo em prol da consolidação do mercado de capitais angolano.

A BODIVA informa na mesma nota que, quanto aos procedimentos enquanto sociedade anónima de domínio público que se rege pelas normas aplicáveis, os membros dos Órgãos Sociais, no qual se inclui o Conselho de Administração “são eleitos por deliberação unânime em sede da Mesa da Assembleia Geral”.

Finalmente, a BODIVA insta os interessados a verificarem “toda a informação”, acessando o website da instituição (www.bodiva.ao) e conferir “as boas práticas de governo societário (corporate governance) basilares para a preparação de uma sociedade de capital aberta.

A nota serve para “prestar esclarecimento público quando às informações postas a circular sobre o acto de nomeação de um dos membros da Comissão Executiva e do Conselho de Administração” para o caso, Cristina Lourenço, que é filha do actual Presidente da República.

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