Carta do leitor: Venda de resultados da Covid -19

Bom-dia e votos de bom trabalho! Nem sempre se deve acreditar em tudo que escutamos. Mesmo que seja verdade, há fases em que o melhor é deixar de lado e procurarmos caminhar à busca de outras coisas.

O que tem acontecido durante esta fase de confinamento pode piorar a nossa saúde mental. Inicialmente, na fase do Estado de Emergência, deixamos crescer a barba, não saíamos à rua e procuramos atirar farpas ao Executivo por causa do controlo cerrado que havia.

Aquele momento duro, para muitos, foi suportado com educação, respeito e sobretudo o desejo de se assegurar não só a saúde dos nossos filhos, mulheres e parentes, mas também daqueles que nos rodeiam indirectamente.

Este esforço consentido não pode ser beliscado por gente sem moral nem escrúpulos. Pessoas que vêem em tudo uma oportunidade de negócio e motivo para se ir ao bolso dos mais incautos.

Apesar disso, tendo em conta os estragos e as mortes que a Covid-19 está a provocar em muitos países, com centenas de milhares de mortos, não me passava pela cabeça que pudessem surgir grupos de pessoas organizadas com o intuito de vender exames falsificados para que estas pessoas viajassem pelo país.

Por mais que as organizações de direitos humanos barafustem, há momentos em que se deveria partir para soluções mais radicais para gente desta índole. Quando notamos que houve no aumento de casos, a sua ramificação noutras partes do país, estamos a falar da cobertura dada por estas pessoas De forma directa, alguns deles são os causadores da desgraça que se abate ou se vai abater sobre algumas famílias. Estão a onerar o Estado. Por isso, deve existir uma mão pesada. A busca do lucro exige mínimos de razoabilidade.

POR: Matondo José
Lunda-Norte

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