Banda Ikwazuni lança Moçambique Yethu em Maputo

“Moçambique yethu” é um grito contra as coisas que vão mal na sociedade moçambicana, sem deixar de lado os efeitos da guerra que estão a gerar terror na província de Cabo delgado

IKWAZUNI significa órfão em emakhuwa, e esse é o nome da banda de Cabo Delgado que, às 10 horas desta Segunda-feira, na Sala Licungo do Hotel VIP, na cidade de Maputo, apresentou o seu mais recente álbum.

O CD intitulado “Moçambique Yethu (Stop violência extremista)”, é constituído por 12 músicas, e, de acordo com a banda, “insere-se nas iniciativas cujo intuito é criar narrativas alternativas, de modo a combater a violência extremista e criar coesão social no seio da sociedade moçambicana”.

Entre os 12 temas que compõem o álbum estão, designadamente, “Chafathali”, “Inenele”, “Iphivi”, “Khanimphela”, “Massikini”, “Moçambique yethu” e “Nsai”.

Em geral, o álbum da Banda Ikwazuni mescla vários temas, dentre os quais o amor à pátria ao sentido de se ser moçambicano. O disco também faz um apelo a solidariedade entre irmãos, no qual se destaca a necessidade de se cultivar o bom senso, a fraternidade, a harmonia social, o respeito pelos outros e pelos ensinamentos dos mais velhos enquanto bibliotecas vivas.

“Moçambique yethu” é um grito contra as coisas que vão mal na sociedade moçambicana, sem deixar de lado os efeitos da guerra que estão a gerar terror na província de Cabo Delgado.

O grupo Ikwazuni foi formado em 2002, e é composto por sete membros: Yahaya Antanásio Alberto (vocalista, percurssionista), Osvaldo Manuel Estevão (viola solo e contra solo), Fernando Salomão Bila (viola ritmo), Sérgio de Jesus Santos Mahumane (baixista), Osvaldo Basílio (Baterista), Vergínia Matias Dimaka (corista), Isidora Fernando Zeferino (corista).

Os integrantes da banda conheceram- se no bairro de Banhinde, na cidade de Pemba, onde, na sua maioria, residem. O que os move é intervenção social. A Banda Ikwazuni possui 56 músicas gravadas.

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