Campanha do SIC de recuperação de bens perdidos começa hoje

Campanha do SIC de recuperação de bens perdidos começa hoje

Uma informação colocada na página oficial do Serviço de Investigação Criminal indica que a campanha que tem início hoje, vai até o último dia do mês de Setembro. Numa entrevista dada ao jornal OPAÍS, o director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SIC-Geral, Manuel Halaiwa, disse que os cidadãos terão de aceder à página do Facebook (Serviço de Investigação Criminal de Angola – SIC) para identificar os seus bens.

Há cidadãos que apresentaram queixas no piquete da Polícia, de furto ou roubo, o SIC fez as diligências e recuperou o bem mas, muitos, devido o período dilatório (desde a altura da queixa até a recuperação) acabam caindo no conformismo, pensando que os bens não mais serão recuperados, e desistem.

O SIC, as vezes, tem tido dificuldades de contactar estes cidadãos, pois alguns deixam um número de telefone que depois de um tempo não chama.

“Estamos a falar de viaturas, motorizadas, placas, telefones, plasmas, botija de gás, etc., e pastodos estes bens ficam guardados num espaço junto das nossas direcções municipais, onde temos o nosso piquete. Evidentemente, estamos a ficar sem espaço e precisamos fazer a entrega destes bens aos seus legítimos proprietários”, disse.

Todos os bens que estão em posse do SIC serão fotografados, inscritos numa base de dados, com a data de recuperação, características dos bens e o piquete em que está inscrito, e tornado público através da página do Facebook. Se alguém o reconhecer, deverá dirigir-se ao piquete inscrito, apresentar os documentos que comprovam a propriedade legítima ou a participação do roubo/furto.

Para os casos dos cidadãos que não fizeram sequer uma participação à Polícia, será aberta uma excepção, desde que consiga provar que é, de facto, proprietário daquele bem. Por exemplo, um telefone, que com o código de segurança consegue- se o acesso, verifica-se se as fotografias e outros ficheiros pertencem ao cidadão em causa; nas botijas de gás, por ser mais complexo, o processo será outro, e Manuel Halaiwa prometeu esclarecer nas próximas ocasiões.