Zito Luvumbo no Cagliari de Itália e Picas nas intenções do Futebol Clube do Porto

O ex-jogador da Selecção Nacional de futebol, Paulo Tomás, espera que os tricolores e os militares garantam as transferências para que os jogadores possam jogar em campeonatos mais competitivos. O extremo ofensivo do Petro de Luanda, Picas, é cobiçado pelo FC Porto, ao passo que o atleta do 1º de Agosto, Zito Luvumbu, foi ontem dado como certo no Cagliari de Itália

O comentador para o futebol, Paulo Tomás, defendeu, ontem, a transferência do médio ofensivo do 1º de Agosto, Zito Luvumbo, para o Cagliar de Itália, e o extremo do Petro de Luanda, Picas, para o FC Porto de Portugal, porque o país acabará sempre por ganhar.

Paulo Tomás aconselhou os gigantes do futebol nacional a tentarem todas as possibilidades para que os jogadores possam ser transferidos para os melhores palcos, onde vão encontrar uma outra realidade que lhes possa ajudar a evoluir.

O antigo jogador da Selecção Nacional, que falava antes da confirmação da contratação de Zito Luvumbo, assim como das pretensões em relação ao passe de Picas, defendia que, se não se permitisse a saída do primeiro, este iria baixar de rendimento na próxima temporada futebolística. O mesmo poderá acontecer com o jogador do Petro de Luanda.

Paulo Tomás explicou que, quando uma contratação não acontece por culpa de terceiros, prejudica sempre o próprio jogador, porque o que acontece com os desportistas é diferente de numa uma outra área profissional. “A pior coisa que pode acontecer num balneário ou para qualquer atleta de futebol dentro das quatro linhas é jogar desmotivado. Por isso, é imperioso que os clubes supracitados façam de tudo para que as transferências possam acontecer”, reiterou o interlocutor, antes do anúncio da contratação pelo presidente do Cagliari.

Quanto ao jogador do Petro de Luanda, o comentador desportivo revelou ainda que não se deve esperar por uma transferência a bel-prazer ou agurdar por uma proposta melhor: “Se a direcção do Petro de Luanda partir para esta via, é o cúmulo”, disse.

Paulo Tomás defende maior investimento na formação

Apesar de muitos clubes estrangeiros cobiçarem e contratarem jogadores jovens, o comentador para o desporto rei revelou que o trabalho de formação ainda não está a ser bem feito, embora o pouco que existe já está a despertar a atenção de muitos olheiros.

Por esta razão, o interlocutor espera que se faça um maior investimento, porque o diamante bruto temos apenas precisa de ser lapidado e dar mais formação aos formadores que ensinam o ABC da modalidade.

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