Governo prevê registar nove milhões de cidadãos até 2022

A garantia foi dada , nesta sexta-feira (4), em Luanda, pelo ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Francisco Queiroz, quando intervinha na segunda reunião alargada de balanço do Programa de Massificação de Registo de Nascimento e Atribuição do Bilhete de Identidade (BI).

O ministro assegurou  igualmente,que está prevista a  atribuição de seis milhões de bilhete de identidade tendo sublinhado que o programa surge com base no estudo realizado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), contrariando o anterior previsto de 12 milhões de registo de nascimento e atribuição de oito milhões e 400 mil bilhetes de identidades, até Dezembro de 2022.

Francisco Queiroz considerou importante continuar a manter a estreita articulação com os parceiros identificados, bem como trabalhar arduamente para se alcançar os resultados previstos. Reconheceu que se deve redobrar a sensibilização e mobilização dos cidadãos e munir as brigadas com meios necessários para que se chegue ao pretendido.

O ministro destacou no âmbito do programa cinco cidadãos angolanos, com mais de 100 anos de idade, nas províncias do Bengo e Benguela, foram, pela primeira vez, registados.

Aludiu que, por via da massificarão, será possível proceder a bancarização dos cidadãos, mediante a abertura de contas e, nalguns casos, à atribuição de Terminal de Pagamento Automático (TPA) aos pequenos empreendedores, após a entrega de bilhete de identidade. De Novembro de 2019 a 28 de Julho de 2020 foram efectuados 810 mil e 566 registos de nascimento e emitidos mais de 489 mil e 041 bilhetes de identidade.

 

 

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