Fragilidades da Oposição podem anular o sonho da alternância em Angola em 2022

A menos de um ano e meio das eleições gerais, especialistas deploram a situação a que está submetida a maioria dos partidos da Oposição que, entre acusações, guerrilhas internas, letargia e divisionismo, demonstram não estar à altura de alcançar o poder em 2022

A menos de um ano e meio para a realização das próximas eleições legislativas, em 2022, o cenário político nacional segue marcado por alguma agitação.

O chumbo do PRA-JA Servir Angola, de Abel Chivukuvuku, pelo Tribunal Constitucional, que alega inconformidades no processo de legalização, a fuga de militantes de alto escalão no PRS, que vai demonstrando cada vez mais fragilidade, a falta de entendimento entre as alas dissidentes da CASA-CE, o destapar de processos viciosos e mal-estar no seio da UNITA, com a LIMA a sair maculada no seu último congresso e as guerrilhas internas na FNLA, cujos militantes andam em constantes pontapés com o seu presidente Lucas Ngonda, acusado de ser o centro da falência do partido, podem, segundo especialistas, remeter a Oposição angolana a uma condição difícil nas próximas eleições e anular o sonho da alternância do poder em 2022.

Segundo os especialistas, a maior parte dos partidos políticos na Oposição demonstram fragilidades e falta de visão e estratégia que dão sinais claros que, em 2022, não estarão à altura de serem poder. Outros ainda poderão não sobreviver, dada a perda de confiança dos eleitores, o que não contribui para o jogo político e para o processo democrático nacional.

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