“PGR tem de travar o dono da Jefran a não se desfazer dos bens”

“PGR tem de travar o dono da Jefran a não se desfazer dos bens”

Teresa Martins Lima que também assinou um contrato de adesão de compra e venda, em 2015, com a empresa Jefran, conta que inicialmente estava acordado que seria dona legítima e possuidora de um prédio rústico, no bairro do Benfica, numa área de 300 metros quadrado, no município de Belas.

Entretanto, o preço total da venda do prédio estava no valor de 90 mil dólares que seria pago em 120 prestações mensais resolúveis no valor de 675 dólares, que poderiam ser pagos em Kwanza, algo que não veio acontecer.

Hoje Teresa Lima já gastou para esse projecto cinco milhões e setenta e três mil Kwanzas, valor que espera reembolso. “E para que isso aconteça a PGR tem de travar o dono da Jefran a não se desfazer dos bens”, clamou.

 

Valores dos lesados avaliados em três mil milhões de kwanzas

Por sua vez, o chefe do departamento de Apoio ao Consumidor e Resolução de Conflitos do INADEC, Wassamba Neto, confirmou a OPAÍS que a sua instituição está acompanhar o caso e já se deu entrada desse processo na semana passada na PGR.

Questionado sobre a acusação dos lesados, ao dono da Jefran disse ser um processo que deve ser analisado e se for a questão, apela a PGR e o tribunal que intercedam, uma vez que o INADEC serve de intermediário.

Entretanto, Wassamba Neto fez saber que estão acompanhar o processo das cerca de 490 pessoas lesadas, que perfaz um valor de três mil milhões de kwanzas por se devolver.

 

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