PGR no Lobito aplica prisão preventiva a 11 cidadãos por suspeita de venda ilegal de casas em centralidades

No âmbito do processo sob n.º 903/PGR/SIC/LB/2020, sobre a venda ilegal de casas nas centralidades do Lobito e Luhongo, na província de Benguela, a Procuradoria-Geral da República Junto da Comarca do Lobito diz que estão, neste momento, em prisão preventiva 11 dos 20 arguidos, por suspeita, entre outros crimes, de corrupção, furto e associação criminosa

Segundo uma nota de imprensa da PGR, entre os cidadãos constituídos arguidos, estão um funcionário da IMOGESTIM -Benguela, dois professores, um funcionário da Administração do Lobito, três do Governo Provincial, uma funcionária do Tribunal da Comarca de Benguela, dois da direcção do Instituto Nacional de Habitação, sendo um deles chefe de departamento provincial, uma funcionária de uma em presa petrolífera e seis efectivos do Serviço de Investigação Criminal do Lobito.

Dos cidadãos que aquele órgão do Ministério Público constituiu arguido, tal como já tinha avançado o jornal O PAÍS em edições anteriores, está o Assessor do Governador Provincial de Benguela para Área Social, padre José Inácio.

Em nota a que este jornal teve acesso, a PGR leva ao conhecimento público que corre trâmites naquele órgão, junto do Serviço de Investigação Criminal, o processo acima citado referente à subtracção fraudulenta e venda ilegal de chaves nas centralidades do Lobito e Luhongo e, para o efeito, 20 pessoas foram já constituídas arguidas.

POR: Constantino Eduardo, em Benguela

 

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