Conservatória da Huíla com dificuldades para emitir assentos de nascimento

O problema reside nas constantes falhas do sistema informático da conservatória, mas a situação está já a ser resolvida por dois técnicos, segundo o seu director Mário Kanganjo

Os munícipes do Lubango, capital da província da Huíla, reclamam dfa demora no levantamento de assentos de nascimento nas conservatórias do registo civil para a emissão de Bilhete de Identidade (BI). Para se ter acesso ao documento, os utentes são obrigados a pernoitar em baixo do edifício da Conservatória dos Registos da Comarca da Huíla, no centro da cidade, em função das enchentes que se registam diariamente naquela instituição pública.

São dezenas de cidadãos que acorrem àquele estabelecimento para a obtenção deste documento que os possibilita a solicitar a emissão do Bilhete de Identidade, cujos emolumentos custam 3 mil e 980 Kwanzas e demora, em média, dois dias. Entretanto, os cidadãos que procuram por estes serviços reclamam da morosidade na emissão do assento de nascimento, sendo que o atendimento é feito por marcação, e atende um reduzido número.

Esta medida, implementada por força da pandemia da Covid-19, segundo contou à reportagem do jornal OPAÍS, a cidadã Catarina Gomes, tem criado muitos transtornos que consistem em aturar longas filas. Explicou que para obter o assento de nascimento de um irmão, apesar da marcação, teve de passar à noite ao relento com todos os riscos que possam ocorrer em tempo da Covid-19, numa altura em que Lubango já regista casos do Coronavírus.

 

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