Baixa produção de petróleo prejudica crescimento económico

A pandemia da Covid-19, que motivou o encerramento de empresas por longos meses, baixa produção e do preço do petróleo estão na base, de acordo com o economista Paulo dos Santos, da antevisão do FMI que estima crescimento para angola só dentro de três anos

No seu mais recente relatório, o Fundo Monetário Internacional (FMI) não prevê crescimento para Angola nos próximos dois anos, admitindo que isso ocorra apenas em 2024. Reagindo ao relatório que inclui outros países da África subsaariana, admite que “o documento do FMI vai de encontro à realidade, e pode ser que peque por defeito. Portanto, sempre dissemos que não teríamos crescimento, nem mesmo na ordem de 1%. De aonde viria esse crescimento? Questionou-se, para depois acrescentar que “a declaração de crescimento não é sustentável. Para sustentar a sua afirmação, o economista explica que “por ser membro da OPEP o país fez cortes na sua produção petrolífera, numa altura em que os preços estão cada vez mais em queda.

 

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