IASED representa Angola como observador eleitoral nas eleições presidenciais dos Estados Unidos

O Instituto Angolano de Sistemas Eleitorais e Democracia(IASED) é a única organização não-governamental angolana credenciada pelo Governo Americano para participar como observador eleitoral internacional nas eleições presidenciais do dia 3 de Novembro, nos Estados Unidos da América, em que concorrem o presidente cessante Donald Trump, que concorre à sua própria sucessão, e o candidato democrata Joe Biden. OPAÍS conversou com o director do IASED, Luís Jimbo, para explicar como é que a instituição que dirige vai participar, sendo que a presença será virtual

O que representa para o IASED participar, pela segunda vez, nas eleições presidenciais americanas, embora esta última participação será via virtual, por força da pandemia da Covid-19?

Primeiramente, é uma representação institucional de Angola no Fórum Global das Organizações Eleitorais que reúne nos Estados Unidos da América os melhores especialistas e organizações eleitorais que trabalham em questões eleitorais a nível mundial.

Que experiências vão tirar deste processo, que se realiza em tempo da pandemia da Covid-19, sendo que Angola têm dois desafios eleitorais pela frente: eleições autárquicas e eleições gerais?

É um processo de construção de capacidade institucional através da troca de experiências profissionais, estudos comparados dos sistemas eleitorais e metodologias de observação eleitoral, neste novo contexto e desafios de eleições em tempo da pandemia Covid-19. Os Sistemas Elitorais dos Estados Unidos da América e a competição política dos Republicanos e Democratas, a liderança daquele país é um laboratório prático dos valores do Poder em nome do Povo que é a Democracia.

Como é que o ISAED vai fiscalizar este processo à distância?

O ambiente das eleições nos Estados Unidos da América é favorável à observação eleitoral virtual , porque a relação entre os políticos e os cidadãos no seu quotidiano já é muito “virtual” pelo uso das tecnologias, inclusive, em grande medida a Comunicação Social. As eleições passadas ficaram marcadas pelas suspeições de fraude eleitoral pela via “virtual” com influências externas.

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