Segunda edição da Feira do Mobiliário promete preços ao alcance de todos os bol

Arranca hoje na Cidade da China, mais uma feira que se estende até 30 de Novembro. A propósito do evento, mergulhamos um pouco na maior plataforma comercial de Luanda, através de uma entrevista a Helena Xiang, a secretária da direcção do complexo do gigante que emprega mais de 4 mil pessoas, dentre nacionais e estrangeiros

Qual é o principal objectivo e o conceito que guia o Complexo Cidade da China?

Cidade da China em Angola é um centro comercial de distribuição logística, integrando venda à grosso, armazenagem, escritório e hotelaria. Possuímos instalações completas auxiliares e funções maduras, onde operam bancos, restaurantes, lojas com artigos de uso diário, vestuário, calçado, materiais de construção, decorações domésticas, móveis, electro- domésticos, productos electrónicos, alimentos, acessórios de viatura e artigos de escritório, publicidade, etc.

O projecto é um investimento privado de um conjunto de empresas dirigidas pelo Sr. Huang YueQuan, PCA do Sol Grupo com sede na Republica da Namíbia, mas com investimentos em outros países da África Austral, como Botswana e Angola. O grupo opera no ramo de imóveis comerciais, bens imobiliários, negócios internacionais e manufacturação. O seu conceito de trabalho é investir em África, lançar raízes em África, servir África, cooperação e benefício mútuo.

A Cidade da China destina-se a formar uma plataforma pública comercial ligando fábricas e consumidores, uma plataforma de venda para as fábricas e agentes provenientes dos diferentes países, enquanto um centro de compras e uma paragem para os consumidores, onde se integram vendas a grosso e a retalho, oferecendo uma diversificados de produtos de elevada qualidade e a custos competitivos.

A quanto tempo esta aberta ao público angolano?

Ocupando uma área total de 350 mil metros quadrados, o projecto tem o planeamento de área de construção de 260 mil metros quadrados, que começou a sua implementação desde o fim de 2014. A primeira e segunda fases incluem área comercial de 115 mil m/2, residência em espaço de 18 mil m/2 e área de escritório 10 mil m/2. A partir de Abril de 2016, o projecto iniciou a operação enquanto prosseguiu a construção e a entregue sucessivamente. A terceira fase tem a área de construção de 120 mil m/2, incluindo comércio, indústria, armazenagem e logística, que inicia a sua operação em 2021, com o investimento estimado de 200 milhões USD.

Leia mais na edição em PDF do Jornal OPais Diário.

Faça já a sua subscrição!

Envie um e-mail para info@opais.co.ao e tenha acesso à todas as notícias na íntegra.

leave a reply

O Pais

Deve ver notícias

error: Conteúdo Protegido!