Os vírus podem ser pessoas que criamos

Os vírus podem ser pessoas que criamos

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”. A humanidade tem-se mostrado uma má quina multiplicadora de vícios. Uns mais antigos e outros mais modernos e voláteis. Quando se reconhece este facto, criam-se utopias para melhor (des)contextualizar o vício vírus e programar o homem para mudanças concretas e realizáveis legalmente. Tenho dito ao silêncio, há uma lei punível para cada vício humano.

A corrupção é um vício desgastante, um vício repudiável pela lei dos homens e de Deus, pois o corrupto e o corruptor agridem violentamente a humanidade. Por cá , outrossim, não é por acaso que o governo actual quer se desfazer dessas empreitadas moribundas e potencializar a Nação de acções “justas e coesas”. Porque as autoridades, num dado momento, aperceberam-se das valências epidemiológicas e catastróficas desse vício-vírus que, efectivamente não anda.

O homem (nas suas definições) leva-o consigo. Mais vale o cofre aos fundos do que afundado. Comumente, equivoca-se quem por vontade ou cegueira cogita que a corrupção é particularidade (exclusivamente) política; ledo engano. Não bastasse o bicho-homem ser um animal político.

POR: Ailton Bento Fernandes 

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