Artistas de 14 países participam no Festival Poetas d’Alma em Moçambique

o festival, aberto na passada Quarta-feira, 18, tem como principal palco, o Centro Cultural Moçambicano Alemão (CCMA) e o Museu da Mafalala, na cidade de Maputo. Encerrou ontem, Sábado,20, com mais uma atracção no domínio da Poesia e Artes Performativas

Devido ao contexto de pandemia, os eventos foram realizados em formato presencial e virtual. Toda a sua programação é transmitida através de plataformas digitais, nomeadamente o Facebook e o YouTube do Co
lectivo Poetas D´Alma e CCMA. Assim, o primeiro dia do festival,18, além dos discursos de ocasião com os representantes do evento, do Governo, do Conselho Municipal de Maputo, Diplomatas e artistas e parceiros, foi dedicado a performances presenciais com Tchaka e Nhochanefaizal (Moçambique), Alena Bravo (Cuba);Yuru Yayungai (Brasil), bem como actuações virtuais com Beezae (Eswatini), Elisângela Rita (Angola) e Melvin Santhana (Brasil).

O dia 19 foi reservado para as apresentações virtuais, com actuações de Tassiana, A Palhota, Deusa D’África e Jared Nota, de Moçambique, Uwe Banton, da Alemanha, Akua Naru, dos Estados Unidos da América, Raya Wumbui, do Quénia e Nuno Piteira, de Portugal. A estes, seguiram-se os músicos, Thando Fuse, da África do Sul, FAMMKÉR, da Ilha da Reunião, Thata Alvés, Emerson Alcalde, Sorry Drummer, Luan Charles e Bia Ferreira, do Brasil, terminando com Paula Tanstud, da Noruega, Hanwah, da Inglaterra, Langa de Swatini.

Já ontem, Sexta-feira, 20, as atenções estivam viradas para o Museu Mafalala, onde decorreu “um encontro com as Lendas da Letras” Cremilde Massingue, Ana Magaia , Paulina Chiziane e, ainda, a jornalista e apresentadora Hermínia Machel, a pretexto da celebração da Consciência Negra no Brasil e, tendo na ocasião, sido exibido o documentário que dá título à efeméride, produzido pela TV Justiça do Brasil.

Esta edição do festival encerra hoje dia 21, de volta ao CCMA, com video-perfomance de La Luna Compañía de Cuentos, da Argentina, a apresentação performativa da obra “A Macaquinha de Dois Pés Esquerdos”, de Flávia Changule, a apresentação de dança contemporânea com a Companhia Inter Dance, ao que se seguirão as actuações de Mabjeca Tingana, Negro, Yuru Yayungai, Tchaka, Alena Bravo, Ivandro Sigaval, Guto d’Harculete, Azagaia, Orquestra Mukhambira, Jesse Jane, MozVinyl e do sul-africano Dattie Chapelli.

Os eventos tiveram início às 17 horas e arrastaram-se pela noite, com excepção da festa de encerramento que juntará actividades infanto – juvenis e feiras durante a tarde no jardim do CCMA, a partir das 14 horas, com todas as medidas de prevenção e combate à Covid-19 devidamente acauteladas, de acordo com as recomendações das instituições competentes. Ao todo, serão 40 artistas e colectivos de artistas provenientes de cerca de 14 países, nesta edição do festival.

 

 

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