Editorial // Cabinda

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Já lá vão vários anos desde que a construção do pólo de Cabnda sempre se apresentou como uma evidência. por estes dias, o secretário provincial da Indústria, recursos Minerais e petróleo em Cabinda, Henrique Bitebe, defendeu a reativação do parque industrial de Cabinda para alavancar a economia e dar resposta à empregabilidade no seio da juventude. para ele, repensar a industrialização em Cabinda leva a recuar no tempo e citar indústrias que existiram nesta parcela do país e que deram emprego a várias famílias até meados dos anos 80.

Indicou as fábricas de sabão do Buco Mazi, de óleo de palma, em pinto da Fonseca, no município de BucoZau, a fábrica de tijolos de Sassa Zau, a serração panga-panga, tida como a melhor de África, e as Águas do Subantando, sectores hoje em estado de abandono.

O responsável, que falava em conferência sobre o tema “repensar a Industrialização na provincia”, reconheceu que, actualmente, a província está a ser bem servida em unidades de produção de água mineral com três fábricas em funcionamento, a Água Tchiowa, Água Mesa de Cabinda e Mazi de Cabinda, investimentos privados que absorvem um universo de mais de 300 postos de trabalho.

Actualmente, o parque Industrial de Cabinda conta com o funcionamento das três indústrias de produção de água mineral, as unidades de transformação da madeira dos Abílio de Amorim e pereira Neves, bem como a Fabrica de Cerveja CUCA-BGI, que absorvem 600 postos de trabalho. O que se espera é que alguns passos sejam para frente. Não que não se tivessem dado, mas, sim, porque alguns não corresponderam ao que o presente exige.